segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 

Lançamento de um novo e-book:

- Portfólio I - Desenho de Observação - "Entre a Paisagem e o Retrato"
 
Aproveite e visite-nos durante uma semana.
 

CLS


Laura Somerset
26/01/2026

 


CLS ebooks

A CLS atualizou os preços. Visite-nos e confirme, escolha um dos nossos lindos e-books para Grandes Momentos em Família.
Confirme no nosso site.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

A INTEMPORALIDADE DOS LIVROS


 A INTEMPORALIDADE DOS LIVROS

Os livros, além de serem intemporais, sobretudo os originais, estão incluídos na Arte em todo o seu esplendor, tal como a música, o cinema, a pintura, a escultura, a arquitetura, a cerâmica ...

Afinal, todos são produto da imaginação e criatividade do seu autor, expressão dos seus sentimentos, emoções, ideias e ideais, organizados da forma que o seu autor idealizou, tornando a sua obra única no mundo.

Os livros não têm tempo, um livro editado e publicado hoje pode continuar a ser um livro apreciado daqui a muitos anos, temos vários exemplos de literatura que têm perdurado ao longo dos anos e mesmo séculos, e que ainda hoje são muito apreciados por quem os lê.

Apesar de alguns livros ao longo dos anos serem atualizados na linguagem, porque afinal a nossa língua ao longo dos tempos "moderniza-se", sofre alterações e não é só devido a acordos ortográficos, mas porque faz parte da evolução da Humanidade, alterar formas de falar, de escrever, de questionar, de definir, de pensar e muito mais, o livro perdura, tal como um monumento, um quadro, uma música clássica ou moderna ...

No que toca aos livros infantis e juvenis, são feitas alterações ou modernizações a nível das ilustrações (roupa, penteados...), dependendo do livro, também algum conteúdo (por exemplo, o rádio dá lugar à televisão...) o livro físico passa a e-book, e não é só porque é ecológico, mas porque também é mais barato, leve e retêm o conteúdo sem se destruir, se devidamente guardado.

Cada vez que é publicado um livro no mundo, está a ser editado também Arte, que irá perdurar ao longo da História da Humanidade, sendo um marco na história que o Autor coloca no mundo.

Parabéns a todos os Autores e admiradores da Arte

Laura Somerset
20/01/2026









quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CONTRATOS DE EDIÇÃO


 CONTRATOS DE EDIÇÃO

Os diferentes contratos de edição:

1.Contrato de edição por conta de editor - o mais justo e correto é por isso que existem editores e editoras, também é uma forma de controlar publicações desnecessárias, mas é um grande apoio para o autor, sobretudo no início da carreira. É pena que sejam tão seletivos, se lhe falta o "de" no nome, se não tem "Dr." conhecidos na família,  se não é famoso ou familiar de um, se não vem de uma família de escritores, já não são credíveis.

2. Contrato de edição por conta do Autor é uma forma de se fazer ouvir. No início da carreira, é muito difícil conseguir que as editoras acreditem nos autores; leva tempo e os autores têm pressa de se publicar e mostrar o seu trabalho ao público. Além de ser caro, publicar por conta própria.

3. Contrato de edição por conta de ambos - mostra desconfiança no autor e o editor não quer correr riscos sozinho, pode significar desconhecimento da matéria, dúvidas sobre o livro, falta de verbas da Editora, entre outros.


Além de editoras que nos tentam enganar, pagamos para ver os nossos livros publicados, mas não recebemos direitos de autor e os lucros são todos para as editoras e ainda temos que comprar ou arranjar amigos que comprem os nossos livros, cujo lucro é para a editora.

Ainda bem que existem outras formas de publicar livros, depender de editoras e editores é complicado.

Laura Somerset
07/01/2026






sexta-feira, 2 de janeiro de 2026


 2026

Um novo ano a começar, mais um ano de esperanças, projetos, ideias, para um futuro melhor.

Desejo a todos os que visitam este blog um bom ano de 2026, sobretudo com muita paz e alegria.

FELIZ ANO

Laura Somerset

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

DIREITOS DE AUTOR "POST MORTEN"



 "POST MORTEM"

Quando os autores morrem, deixam um legado de obras concluídas aos seus herdeiros. Concordo que a família do autor detenha o direito sobre as obras, mas para outro tipo de exploração como por exemplo o audiovisual (filmes, séries), traduções noutras línguas ainda não editadas e outras modificações futuras não previstas neste momento, inclusão de parte nos livros escolares à semelhança de Luís Vaz de Camões, Bocage, Fernando Pessoa e tantos outros.

Mas os seus livros deveriam apenas passar a existir nas bibliotecas nacionais  e municipais, onde o público interessado pudesse ler, aprender e consultar, e não à venda nas livrarias.

Acho muito injusto que os autores vivos tenham que concorrer com os autores falecidos, quando os herdeiros das obras em nada contribuíram para a sua elaboração. 

Os herdeiros deveriam ter algum tempo limitado, após a morte do autor (1 semana) para vender alguns exemplares dos livros editados, mas, depois os livros passariam a fazer parte das estantes das bibliotecas, e o Ministério da Cultura deveria ser o único a poder imprimir alguns exemplares a pedido, como por exemplo na data da comemoração do aniversário do autor e a receita deveria verter a favor das Bibliotecas onde estão as obras do autor.

Também acho que o Ministério da Cultura deveria dar nomes de autores às bibliotecas nacionais e municipais, autores que se tenham destacado pelo seu trabalho e sejam oriundos da terra ou do Município, seria uma boa homenagem ao autor.

Não querendo castigar os herdeiros, mas, mesmo assim, condenando que passem a ter direitos de autor sobre uma obra que não lhe é própria e onde não tiveram intervenção direta, os livros publicados por um autor não deveriam fazer parte do património a herança (exceto para usufruto próprio), apenas as casas, as propriedades, os negócios, o dinheiro e a possibilidade de explorarem as obras de uma outra forma, passando assim a ter ação e investimento para a sua realização.


Sempre que vejo livros de Eça de Queiroz, Júlio Dinis, Camilo Castelo Branco, entre outros (que muito admiro) à venda… penso que é injustiça, tantos autores que precisam e ainda estão vivos e não conseguem vender livros e "estes" ainda aqui andam a vender e sabe-se lá durante mais quantos anos ainda vão ter admiradores.


É o que eu considero justo para todos.

Acho que não nos devemos 
esquecer dos autores "mortos",
foram com certeza muito importantes 
na vida literária de um país 
e na vida das gerações seguintes de autores, 
mas, lembremo-nos dos vivos e deixemos os mortos descansar em paz. 

Laura Somerset
25/12/25








sábado, 13 de dezembro de 2025

BOAS FESTAS

 Feliz Natal



Na companhia daqueles que mais amam 

e no lugar que mais gostam, 

com muito amor, carinho 

e felicidade

Com tudo de bom


Laura Somerset

14-12-2025