quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

A INTEMPORALIDADE DOS LIVROS


 A INTEMPORALIDADE DOS LIVROS

Os livros, além de serem intemporais, sobretudo os originais, estão incluídos na Arte em todo o seu esplendor, tal como a música, o cinema, a pintura, a escultura, a arquitetura, a cerâmica ...

Afinal, todos são produto da imaginação e criatividade do seu autor, expressão dos seus sentimentos, emoções, ideias e ideais, organizados da forma que o seu autor idealizou, tornando a sua obra única no mundo.

Os livros não têm tempo, um livro editado e publicado hoje pode continuar a ser um livro apreciado daqui a muitos anos, temos vários exemplos de literatura que têm perdurado ao longo dos anos e mesmo séculos, e que ainda hoje são muito apreciados por quem os lê.

Apesar de alguns livros ao longo dos anos serem atualizados na linguagem, porque afinal a nossa língua ao longo dos tempos "moderniza-se", sofre alterações e não é só devido a acordos ortográficos, mas porque faz parte da evolução da Humanidade, alterar formas de falar, de escrever, de questionar, de definir, de pensar e muito mais, o livro perdura, tal como um monumento, um quadro, uma música clássica ou moderna ...

No que toca aos livros infantis e juvenis, são feitas alterações ou modernizações a nível das ilustrações (roupa, penteados...), dependendo do livro, também algum conteúdo (por exemplo, o rádio dá lugar à televisão...) o livro físico passa a e-book, e não é só porque é ecológico, mas porque também é mais barato, leve e retêm o conteúdo sem se destruir, se devidamente guardado.

Cada vez que é publicado um livro no mundo, está a ser editado também Arte, que irá perdurar ao longo da História da Humanidade, sendo um marco na história que o Autor coloca no mundo.

Parabéns a todos os Autores e admiradores da Arte

Laura Somerset
20/01/2026









quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CONTRATOS DE EDIÇÃO


 CONTRATOS DE EDIÇÃO

Os diferentes contratos de edição:

1.Contrato de edição por conta de editor - o mais justo e correto é por isso que existem editores e editoras, também é uma forma de controlar publicações desnecessárias, mas é um grande apoio para o autor, sobretudo no início da carreira. É pena que sejam tão seletivos, se lhe falta o "de" no nome, se não tem "Dr." conhecidos na família,  se não é famoso ou familiar de um, se não vem de uma família de escritores, já não são credíveis.

2. Contrato de edição por conta do Autor é uma forma de se fazer ouvir. No início da carreira, é muito difícil conseguir que as editoras acreditem nos autores; leva tempo e os autores têm pressa de se publicar e mostrar o seu trabalho ao público. Além de ser caro, publicar por conta própria.

3. Contrato de edição por conta de ambos - mostra desconfiança no autor e o editor não quer correr riscos sozinho, pode significar desconhecimento da matéria, dúvidas sobre o livro, falta de verbas da Editora, entre outros.


Além de editoras que nos tentam enganar, pagamos para ver os nossos livros publicados, mas não recebemos direitos de autor e os lucros são todos para as editoras e ainda temos que comprar ou arranjar amigos que comprem os nossos livros, cujo lucro é para a editora.

Ainda bem que existem outras formas de publicar livros, depender de editoras e editores é complicado.

Laura Somerset
07/01/2026






sexta-feira, 2 de janeiro de 2026


 2026

Um novo ano a começar, mais um ano de esperanças, projetos, ideias, para um futuro melhor.

Desejo a todos os que visitam este blog um bom ano de 2026, sobretudo com muita paz e alegria.

FELIZ ANO

Laura Somerset

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

DIREITOS DE AUTOR "POST MORTEN"



 "POST MORTEM"

Quando os autores morrem, deixam um legado de obras concluídas aos seus herdeiros. Concordo que a família do autor detenha o direito sobre as obras, mas para outro tipo de exploração como por exemplo o audiovisual (filmes, séries), traduções noutras línguas ainda não editadas e outras modificações futuras não previstas neste momento, inclusão de parte nos livros escolares à semelhança de Luís Vaz de Camões, Bocage, Fernando Pessoa e tantos outros.

Mas os seus livros deveriam apenas passar a existir nas bibliotecas nacionais  e municipais, onde o público interessado pudesse ler, aprender e consultar, e não à venda nas livrarias.

Acho muito injusto que os autores vivos tenham que concorrer com os autores falecidos, quando os herdeiros das obras em nada contribuíram para a sua elaboração. 

Os herdeiros deveriam ter algum tempo limitado, após a morte do autor (1 semana) para vender alguns exemplares dos livros editados, mas, depois os livros passariam a fazer parte das estantes das bibliotecas, e o Ministério da Cultura deveria ser o único a poder imprimir alguns exemplares a pedido, como por exemplo na data da comemoração do aniversário do autor e a receita deveria verter a favor das Bibliotecas onde estão as obras do autor.

Também acho que o Ministério da Cultura deveria dar nomes de autores às bibliotecas nacionais e municipais, autores que se tenham destacado pelo seu trabalho e sejam oriundos da terra ou do Município, seria uma boa homenagem ao autor.

Não querendo castigar os herdeiros, mas, mesmo assim, condenando que passem a ter direitos de autor sobre uma obra que não lhe é própria e onde não tiveram intervenção direta, os livros publicados por um autor não deveriam fazer parte do património a herança (exceto para usufruto próprio), apenas as casas, as propriedades, os negócios, o dinheiro e a possibilidade de explorarem as obras de uma outra forma, passando assim a ter ação e investimento para a sua realização.


Sempre que vejo livros de Eça de Queiroz, Júlio Dinis, Camilo Castelo Branco, entre outros (que muito admiro) à venda… penso que é injustiça, tantos autores que precisam e ainda estão vivos e não conseguem vender livros e "estes" ainda aqui andam a vender e sabe-se lá durante mais quantos anos ainda vão ter admiradores.


É o que eu considero justo para todos.

Acho que não nos devemos 
esquecer dos autores "mortos",
foram com certeza muito importantes 
na vida literária de um país 
e na vida das gerações seguintes de autores, 
mas, lembremo-nos dos vivos e deixemos os mortos descansar em paz. 

Laura Somerset
25/12/25








sábado, 13 de dezembro de 2025

BOAS FESTAS

 Feliz Natal



Na companhia daqueles que mais amam 

e no lugar que mais gostam, 

com muito amor, carinho 

e felicidade

Com tudo de bom


Laura Somerset

14-12-2025











quarta-feira, 26 de novembro de 2025

O CHEIRO DOS LIVROS


 O CHEIRO DOS LIVROS

Antigamente, os livros tinham um cheiro diferente, era agradável.

Hoje, alguns livros cheiram mal, eu que o diga, não sei como nem onde são feitos, mas, há algum tempo ofereceram-me 3 livros de receitas num determinado hipermercado, já anteriormente falado aqui no Blogger, com um cheiro horrível, a ponto de não os conseguir usar e ter que os colocar bem fechados numa caixa, de onde nunca mais os tirei.

Era muito bom que os editores deste país não escolhessem tipografias ou impressões baratas e de má qualidade, para terem mais lucro, pensassem antes na qualidade do livro, sobretudo no tipo de tintas para impressão, afinal, as crianças podem tocá-las sem querer e comer sem lavar as mãos, infelizmente, isso acontece.

Este tipo de livros de má qualidade pode mesmo fazer mal à saúde pública a quem tem que trabalhar nesta área. 

A ASAE devia controlar esta situação, afinal, trata-se de saúde pública como já controla as infrações da propriedade intelectual, bastava adicionar as condições sobre a impressão dos livros, penso que seria importante para todos os consumidores pequenos e grandes.

26/11/2025
Laura Somerset




terça-feira, 25 de novembro de 2025

AS CLASSE SOCIAIS E OS LIVROS

 

AS CLASSES SOCIAIS E OS LIVROS

Antigamente, liam-se menos livros do que atualmente; hoje em dia, existem mais pessoas a lerem livros; mas os livros ainda são considerados um artigo de luxo pela maioria das pessoas.

Apenas pessoas com poder económico compram livros, e alguns até bastantes, para si e para os filhos, embora eu acredite que o gosto pela leitura é uma questão de formação e cultura, não uma questão económica.

Tudo isto leva a que a vida de alguns autores de livros infantis se torne difícil, pois os clientes são poucos para tanta oferta; senão, vejamos a quantidade de autores de livros infantis que existem só em Portugal: cerca de 50 autores famosos, sem falar  naqueles que vivem no anonimato, mas que também são autores.

Na verdade, basta que um livro caia nas boas graças das classes menos afortunadas para se tornar um enorme sucesso, pois estamos a falar não de milhares de crianças, mas de pelo menos 1 milhão de crianças envolvidas, o que pode mudar radicalmente a vida de um autor que tenha acertado no tipo de livro de que gostam.


Ou seja, não é importante o tipo de pessoas que compram livros; o importante é que as crianças gostem deles, para que um autor se torne um sucesso

25/11/2025
Laura Somerset