sábado, 28 de março de 2026

BONECA

 


"BONECA"

Boneca é um e-book infantil com uma história curta de 20 páginas (texto e ilustrações), linguagem simples e acessível a crianças entre os 6-8 anos.

Ideal para leitura em família à noite (5-10 minutos), para rotina do dia a dia da criança e com significado.

Trata o tema aventura no bosque e a descoberta da amizade, ajuda a criar um momento calmo antes de deitar ou adormecer.

O e-book certo para fortalecer laços de amizade e companheirismo entre pais e filhos.

 “Uma história pequena para falar de bons sentimentos”

Laura Somerset

Aqui fica o link:

https://www.cls-ebooks.com 


quarta-feira, 18 de março de 2026

"Clowns, Paillasses, Palhaços, Payasos"

 

"Clowns..." Digitais


Curiosidades sobre palhaços e porque são tão fascinantes de desenhar. Enquanto criava o meu e-book "Clowns..." descobri algumas curiosidades incríveis sobre o universo dos palhaços - e aqui deixo algumas das minhas favoritas:

  • O sorriso nem sempre é sobre alegria muitos palhaços clássicos exprimem emoções exageradas e isso faz deles personagens perfeitas para explorar contrastes, do cómico ao melancólico.

  • As cores contam histórias: o vermelho, azul e amarelo são cores tradicionais porque destacam emoções fortes e funcionam muito bem visualmente em grandes palcos. Na arte digital estas cores também criam impacto imediato.

  • Cada palhaço tem regras próprias, existem categorias tradicionais como clown branco/augusto/tramp cada um com linguagem visual específica. No digital, criar um palhaço e projetar esta linguagem  visual é um desafio maravilhoso.

  • As expressões são um mundo á parte: a combinação do nariz, das sobrancelhas,  da boca e a pintura facial (tudo de forma geométrica)dá aos palhaços uma amplitude emocional enorme, perfeita para artistas que adoram explorar personagens, assim foi comigo.
Um palhaço nunca é apenas um palhaço, por trás de cada desenho há uma personalidade, uma história inventada e um intenção. É por isso que que desenhar palhaços é tão criativo: cada figura é um pequeno universo.

"É em criança que começa o gosto pelos livros, é assim que nos tornamos grandes"

Laura Somerset

https://www.cls-ebooks.com




terça-feira, 10 de março de 2026

INTERNET VS. CRIANÇAS/ADOLESCENTES


INTERNET VS. CRIANÇAS OU ADOLESCENTES 

A Internet é de facto um meio ótimo para se obter conhecimento, informação, divertimento e entretenimento, entre muitos outros, conseguimos saber e fazer quase tudo via Internet, foi de facto um acontecimento revolucionário na vida da humanidade, ficarmos tão próximos do que e de quem está longe.

Mas, realmente hoje em dia sinto com preocupação a vida dos mais jovens, desde tenra idade que andam "atrelados aos smart phones e tablets", mas, a culpa não é deles, mas sim dos adultos que os rodeiam que fazem exatamente a mesma coisa, e todos sabemos que os filhos ou as pessoas mais novas têm tendência a imitar ou a seguir as pisados dos adultos, quer sejam familiares ou não, desde cedo que todos nós temos ídolos. 

A realidade é que existe uma atração muito grande da parte de todos pela informática, computadores, tablets, smart phones e, obviamente, pela Internet.

Tudo bem, eu também, e vocês também sentimos todos o mesmo, mas penso que deveria passar a existir uma Internet dividida por faixas etárias como por exemplo:

  1. Infantil depois dos 6 até aos 9 anos
  2. Juvenil entre os 10 até aos 14 anos
  3. Jovens mais adultos a partir dos 15 até aos 18 anos
  4. Adultos a partir dos 18 anos
Penso que seria o ideal para cada uma destas faixas etárias, se existisse uma aplicação que os ligasse a uma Internet específica para a sua idade. Onde pudesse encontrar tudo desde filmes, séries, livros, música, roupas, artigos de aprendizagem, Facebook para adolescentes ou uma rede similar onde pudessem conviver com pessoas da sua idade, enfim tudo o que pudesse e devesse interessar a cada uma destas faixas etárias. Aplicação essa que deveria ser supervisionada por pessoas de conhecimento e formação adequada para controlar o conteúdo adequado a cada uma das faixas etárias, e que também só seria acessível a cada grupo etário e que conteria todos os dados sobre o usuário de forma a controlar o acesso a essa aplicação ou plataforma e aos seus progenitores ou responsáveis pela sua educação ou criação.
No fundo uma separação de interesses e de pessoas, mundo menores e mundo de adultos á parte.
O que acham os criadores de aplicações e plataformas desta ideia? Pelo menos penso que seria mais segura para os menores, conviver entre eles e com eles, não concordam.


"É em criança que começa o gosto pelos livros, é assim que nos tornamos grandes"

Laura Somerset
10/03/2026

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domingo, 1 de março de 2026

A MAGIA DOS LIVROS


 A MAGIA DOS LIVROS 

INFANTIS E INFANTIS

Por que continuam tão importantes?

Num mundo onde a atenção das crianças vive entre o mundo dos ecrãs - os livros infantis e juvenis mantêm um poder raro: o de criar pausas - pausas que permitem aos mais novos sonhar, imaginar, explorar e construir outros mundos.

A literatura para crianças e jovens não é apenas entretenimento, mas também uma ferramenta de crescimento, empatia e descoberta.

É onde descobrem que a imaginação não tem limites e ajuda-os a:

  • Desenvolver o pensamento crítico - histórias ajudam a compreender emoções, dilemas e perspectivas diferentes.
  • Cultivar o hábito de leitura - quanto mais cedo começa, maior a probabilidade de acompanhar a vida adulta.
  • Promover criatividade e autonomia - livros são convites para explorar, criar e questionar.
  • Aproximar gerações - pais, educadores e jovens leitores partilham experiências e memórias através das histórias.
Mas talvez o mais bonito de tudo seja - os livros infantis e juvenis serem, muitas vezes, a primeira porta para que uma criança ou adolescente se sinta realmente importante. 

Neles encontram personagens com quem se identificam, mundos onde pertencem e possibilidades que lhes revelam que podem ser mais - e sonhar mais.

Criar, divulgar ou simplesmente apoiar a literatura infantil e juvenil é investir no futuro, porque cada jovem leitor que se apaixona por uma história é alguém que cresce com mais imaginação, sensibilidade e capacidade de ver o mundo com empatia.

E quem sabe? Talvez o próximo livro que chegar às mãos de uma criança ou adolescente seja precisamente aquele que vai transformar a sua vida. 

Laura Somerset
01/03/2016













AUTOR VS. ESCRITOR

AUTOR VS ESCRITOR

Na origem da criação literária, há duas palavras, frequentemente usadas como sinónimos "autor" e "escritor". Mas, embora se cruzem, não significam exatamente o mesmo; ambos contribuem para o panorama literário de um país, mas com conteúdos diferentes.

Ser escritor - é ter o impulso de escrever de dizer o que lhe vai na alma, sobre o mundo e as pessoas, as suas ideias e ideais, críticas sociais ou políticas, opiniões - é quem transforma as ideias de outrém em palavras, quem relata um acontecimento histórico de um país, é quem escreve a história de um país - é quem vive entre personagens, enredos e emoções da vida real das pessoas ou do coletivo humano.

Ser autor é ter o impulso criativo de inventar, imaginar e criar uma obra perante o mundo — aquele que aparece associado a um livro original, um artigo ou projeto de autoria. Quando se trata de autores de livros de ficção, vivem entre personagens imaginárias, num mundo idealizado de acontecimentos fictícios, mas com muita emoção e sentimentos à mistura. No fundo, é essa a receita para ser um bom Autor.

Todos os autores são também um pouco de escritores, mas nem todos os escritores chegam a tornar-se autores.

Ambos têm algo em comum, a coragem de transformar pensamentos ou acontecimentos em algo que pode tocar ou fazer pensar as outras pessoas.

Laura Somerset
01/03/2026

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A COR

 

A COR

As cores definem-se como claras, escuras, vivas, pastéis, neutras, brilhantes e por aí fora.

As cores claras ou tom pastel transmitem paz, serenidade, calma, doçura, ótimas para induzir o sono das crianças e dos adultos.

As cores escuras dão-nos uma sensação de tristeza, melancolia, dor, sofrimento e sentimentos profundos; são cores mais formais, pouco associadas a crianças; são cores adequadas aos adultos.

As cores vivas são normalmente associadas à alegria, à vida, ao riso, à boa disposição, à energia positiva, transmitem sentimentos e atitudes mais positivas perante a vida e ajudam-nos a ultrapassar obstáculos que se nos deparam, definitivamente as minhas favoritas para as ilustrações dos meus livros infantis.

As cores neutras como o branco, a cor da paz, da liberdade, da fé, da pureza, da limpeza e mais, uma cor que não transmite grandes sentimentos, apenas alivia quem a usa, é uma cor tal como se lhe chama neutra, não dá grande coisa, mas também não tira, apenas alivia, fica-se igual, mas positiva para crianças. 

As cores brilhantes são cores chamativas dependendo da forma como e onde vão ser usadas, apelam ao olhar, ao mostrar, à vaidade, usadas em comemorações como a passagem do ano, também não têm grandes sentimentos, apenas chamam a atenção, mas não são nada infantis.

Laura Somerset

02/2026




quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

ARTE DIGITAL


Arte Digital

"Desenhos e Ilustrações"

Uma arte ligada à informática, aos computadores e às aplicações é uma arte recente e muito moderna.

A pintura digital que usa aplicações de pintura como o Fresh Paint da Microsoft apesar de nunca ter usado, penso que poderá ser uma forma de arte interessante devido às variantes de textura que uma tela poderá apresentar, embora funcionando dentro de um computador, penso que se torna difícil manobrar exceto em formas geométricas, já numa tablet poderá ser muito útil e prático, evita o desperdício de tela, quando o artista não gosta da pintura.

Quanto ao Paint da Microsoft, uma aplicação de desenho digital, já é bastante mais fácil de usar. Além das formas geométricas, que podem servir para fazer diversas figuras e objetos, ainda dispõe de texturas de pintura, como aguarela, óleo, aerógrafo, canetas de caligrafia, lápis e canetas de feltro, tudo muito útil para desenho ou ilustração. Com poucos conhecimentos, consegue-se criar desenhos e ilustrações interessantes, basta alguma técnica, criatividade e imaginação e já está, a obra fica pronta sem gastar papel ou tintas e também serve para imprimir. As impressões ficam lindas sobretudo em papel de fotografia.

O mundo da informática veio com certeza revolucionar o mundo de uma forma positiva, sobretudo na economia de tempo e desperdício. Obrigado por este utensílio tão precioso.

Laura Somerset
05/02/2026






domingo, 1 de fevereiro de 2026

OFERTAS

 


CLS

A CLS lançou uma campanha de ofertas.

Na compra de um e-book, recebe ofertas diversas:
  • Um e-book de atividades, 
  • Um jogo, 
  • Um desenho autografado, 
  • Uma sugestão de visita de estudo, 
  • Um desenho para pintar, recortar e colar 
  • E por aí fora...

Por tudo isto, não perca tempo e visite a CLS e confira já as nossas ofertas.

Obrigado.

Laura Somerset
2026

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

 

Lançamento de um novo e-book:

- Portfólio I - Desenho de Observação - "Entre a Paisagem e o Retrato"
 
Aproveite e visite-nos durante uma semana.
 

CLS


Laura Somerset
26/01/2026

 


CLS ebooks

A CLS atualizou os preços. Visite-nos e confirme, escolha um dos nossos lindos e-books para Grandes Momentos em Família.
Confirme no nosso site.


quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

A INTEMPORALIDADE DOS LIVROS


 A INTEMPORALIDADE DOS LIVROS

Os livros, além de serem intemporais, sobretudo os originais, estão incluídos na Arte em todo o seu esplendor, tal como a música, o cinema, a pintura, a escultura, a arquitetura, a cerâmica ...

Afinal, todos são produto da imaginação e criatividade do seu autor, expressão dos seus sentimentos, emoções, ideias e ideais, organizados da forma que o seu autor idealizou, tornando a sua obra única no mundo.

Os livros não têm tempo, um livro editado e publicado hoje pode continuar a ser um livro apreciado daqui a muitos anos, temos vários exemplos de literatura que têm perdurado ao longo dos anos e mesmo séculos, e que ainda hoje são muito apreciados por quem os lê.

Apesar de alguns livros ao longo dos anos serem atualizados na linguagem, porque afinal a nossa língua ao longo dos tempos "moderniza-se", sofre alterações e não é só devido a acordos ortográficos, mas porque faz parte da evolução da Humanidade, alterar formas de falar, de escrever, de questionar, de definir, de pensar e muito mais, o livro perdura, tal como um monumento, um quadro, uma música clássica ou moderna ...

No que toca aos livros infantis e juvenis, são feitas alterações ou modernizações a nível das ilustrações (roupa, penteados...), dependendo do livro, também algum conteúdo (por exemplo, o rádio dá lugar à televisão...) o livro físico passa a e-book, e não é só porque é ecológico, mas porque também é mais barato, leve e retêm o conteúdo sem se destruir, se devidamente guardado.

Cada vez que é publicado um livro no mundo, está a ser editado também Arte, que irá perdurar ao longo da História da Humanidade, sendo um marco na história que o Autor coloca no mundo.

Parabéns a todos os Autores e admiradores da Arte

Laura Somerset
20/01/2026









quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

CONTRATOS DE EDIÇÃO


 CONTRATOS DE EDIÇÃO

Os diferentes contratos de edição:

1.Contrato de edição por conta de editor - o mais justo e correto é por isso que existem editores e editoras, também é uma forma de controlar publicações desnecessárias, mas é um grande apoio para o autor, sobretudo no início da carreira. É pena que sejam tão seletivos, se lhe falta o "de" no nome, se não tem "Dr." conhecidos na família,  se não é famoso ou familiar de um, se não vem de uma família de escritores, já não são credíveis.

2. Contrato de edição por conta do Autor é uma forma de se fazer ouvir. No início da carreira, é muito difícil conseguir que as editoras acreditem nos autores; leva tempo e os autores têm pressa de se publicar e mostrar o seu trabalho ao público. Além de ser caro, publicar por conta própria.

3. Contrato de edição por conta de ambos - mostra desconfiança no autor e o editor não quer correr riscos sozinho, pode significar desconhecimento da matéria, dúvidas sobre o livro, falta de verbas da Editora, entre outros.


Além de editoras que nos tentam enganar, pagamos para ver os nossos livros publicados, mas não recebemos direitos de autor e os lucros são todos para as editoras e ainda temos que comprar ou arranjar amigos que comprem os nossos livros, cujo lucro é para a editora.

Ainda bem que existem outras formas de publicar livros, depender de editoras e editores é complicado.

Laura Somerset
07/01/2026






sexta-feira, 2 de janeiro de 2026


 2026

Um novo ano a começar, mais um ano de esperanças, projetos, ideias, para um futuro melhor.

Desejo a todos os que visitam este blog um bom ano de 2026, sobretudo com muita paz e alegria.

FELIZ ANO

Laura Somerset

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

DIREITOS DE AUTOR "POST MORTEN"



 "POST MORTEM"

Quando os autores morrem, deixam um legado de obras concluídas aos seus herdeiros. Concordo que a família do autor detenha o direito sobre as obras, mas para outro tipo de exploração como por exemplo o audiovisual (filmes, séries), traduções noutras línguas ainda não editadas e outras modificações futuras não previstas neste momento, inclusão de parte nos livros escolares à semelhança de Luís Vaz de Camões, Bocage, Fernando Pessoa e tantos outros.

Mas os seus livros deveriam apenas passar a existir nas bibliotecas nacionais  e municipais, onde o público interessado pudesse ler, aprender e consultar, e não à venda nas livrarias.

Acho muito injusto que os autores vivos tenham que concorrer com os autores falecidos, quando os herdeiros das obras em nada contribuíram para a sua elaboração. 

Os herdeiros deveriam ter algum tempo limitado, após a morte do autor (1 semana) para vender alguns exemplares dos livros editados, mas, depois os livros passariam a fazer parte das estantes das bibliotecas, e o Ministério da Cultura deveria ser o único a poder imprimir alguns exemplares a pedido, como por exemplo na data da comemoração do aniversário do autor e a receita deveria verter a favor das Bibliotecas onde estão as obras do autor.

Também acho que o Ministério da Cultura deveria dar nomes de autores às bibliotecas nacionais e municipais, autores que se tenham destacado pelo seu trabalho e sejam oriundos da terra ou do Município, seria uma boa homenagem ao autor.

Não querendo castigar os herdeiros, mas, mesmo assim, condenando que passem a ter direitos de autor sobre uma obra que não lhe é própria e onde não tiveram intervenção direta, os livros publicados por um autor não deveriam fazer parte do património a herança (exceto para usufruto próprio), apenas as casas, as propriedades, os negócios, o dinheiro e a possibilidade de explorarem as obras de uma outra forma, passando assim a ter ação e investimento para a sua realização.


Sempre que vejo livros de Eça de Queiroz, Júlio Dinis, Camilo Castelo Branco, entre outros (que muito admiro) à venda… penso que é injustiça, tantos autores que precisam e ainda estão vivos e não conseguem vender livros e "estes" ainda aqui andam a vender e sabe-se lá durante mais quantos anos ainda vão ter admiradores.


É o que eu considero justo para todos.

Acho que não nos devemos 
esquecer dos autores "mortos",
foram com certeza muito importantes 
na vida literária de um país 
e na vida das gerações seguintes de autores, 
mas, lembremo-nos dos vivos e deixemos os mortos descansar em paz. 

Laura Somerset
25/12/25








sábado, 13 de dezembro de 2025

BOAS FESTAS

 Feliz Natal



Na companhia daqueles que mais amam 

e no lugar que mais gostam, 

com muito amor, carinho 

e felicidade

Com tudo de bom


Laura Somerset

14-12-2025











quarta-feira, 26 de novembro de 2025

O CHEIRO DOS LIVROS


 O CHEIRO DOS LIVROS

Antigamente, os livros tinham um cheiro diferente, era agradável.

Hoje, alguns livros cheiram mal, eu que o diga, não sei como nem onde são feitos, mas, há algum tempo ofereceram-me 3 livros de receitas num determinado hipermercado, já anteriormente falado aqui no Blogger, com um cheiro horrível, a ponto de não os conseguir usar e ter que os colocar bem fechados numa caixa, de onde nunca mais os tirei.

Era muito bom que os editores deste país não escolhessem tipografias ou impressões baratas e de má qualidade, para terem mais lucro, pensassem antes na qualidade do livro, sobretudo no tipo de tintas para impressão, afinal, as crianças podem tocá-las sem querer e comer sem lavar as mãos, infelizmente, isso acontece.

Este tipo de livros de má qualidade pode mesmo fazer mal à saúde pública a quem tem que trabalhar nesta área. 

A ASAE devia controlar esta situação, afinal, trata-se de saúde pública como já controla as infrações da propriedade intelectual, bastava adicionar as condições sobre a impressão dos livros, penso que seria importante para todos os consumidores pequenos e grandes.

26/11/2025
Laura Somerset




terça-feira, 25 de novembro de 2025

AS CLASSE SOCIAIS E OS LIVROS

 

AS CLASSES SOCIAIS E OS LIVROS

Antigamente, liam-se menos livros do que atualmente; hoje em dia, existem mais pessoas a lerem livros; mas os livros ainda são considerados um artigo de luxo pela maioria das pessoas.

Apenas pessoas com poder económico compram livros, e alguns até bastantes, para si e para os filhos, embora eu acredite que o gosto pela leitura é uma questão de formação e cultura, não uma questão económica.

Tudo isto leva a que a vida de alguns autores de livros infantis se torne difícil, pois os clientes são poucos para tanta oferta; senão, vejamos a quantidade de autores de livros infantis que existem só em Portugal: cerca de 50 autores famosos, sem falar  naqueles que vivem no anonimato, mas que também são autores.

Na verdade, basta que um livro caia nas boas graças das classes menos afortunadas para se tornar um enorme sucesso, pois estamos a falar não de milhares de crianças, mas de pelo menos 1 milhão de crianças envolvidas, o que pode mudar radicalmente a vida de um autor que tenha acertado no tipo de livro de que gostam.


Ou seja, não é importante o tipo de pessoas que compram livros; o importante é que as crianças gostem deles, para que um autor se torne um sucesso

25/11/2025
Laura Somerset







sexta-feira, 7 de novembro de 2025

OUTROS ESCRITORES


OUTROS LIVROS 


Outros livros que posso tomar como referência na literatura infantil e que considero lindos:

Anita - Autor Gilbert Delahaye e ilustrador Marcel Marlier
Histórias lindas com personagens que nos transmitem algo de bom e positivo: aprendizagem, conhecimento, relacionamento... enfim, livros fantásticos.

A Árvore - Sophia de Mello Breyner Andresen
Uma história linda sobre uma árvore (um apelo ao amor pela natureza) é um conto maravilhoso. Todas as crianças deviam ter alguém que lhes lêsse este conto.

O Príncipe Feliz - Oscar Wilde
Uma história sobre o amor pelos outros (a caridade para com terceiros e a diferença entre dois seres distintos — a estátua e a andorinha), a "magia" e os sentimentos que envolvem esta história vão levar às lágrimas no final, ou a uma grande tristeza (que, antes de decidir colocar esta história nesta pequena lista, levou-me a pensar), mas, mesmo assim, aconselho-a.

Leïla - Sue Alexander
Uma história sobre o amor entre irmãos e uma forma linda (à boa maneira antiga) de dizer que alguém que se ama morreu, uma família beduína muito amiga.

Todos estes livros infantis trazem sempre consigo algum ensinamento positivo, o que os torna tão especiais e diferentes de outros. Estes são alguns exemplos do que eu considero literatura infantil ou juvenil. Além dos meus, claro.

07/11/2025
Laura Somerset





domingo, 26 de outubro de 2025

OS LIVROS E AS ÉPOCAS


 O LIVROS E AS ÉPOCAS

PASSADO DOS LIVROS

No tempo dos meus pais, os livros eram uma mistura de histórias e realidade, mais adultos e instruídos, com muitas informações e exemplos de vida e conselhos. Infelizmente, não havia espaço ou tempo, porque na altura a instrução ficava pela 4ª classe na maioria das crianças e não havia tempo para a literatura infantil; às crianças lhes era ensinado o que era essencial e prático para a sua vida; a maioria começava a trabalhar aos 12/13 anos de idade.

No meu tempo, os livros já eram mais informativos, com mais desenhos, tamanhos maiores, mais disciplinas, mas muito objetivos e bem organizados, ou seja, o ensino tinha evoluído e as crianças não eram limitadas a falar português e aprender a fazer contas. A escolaridade ia para alguns até ao 9.º ano e outros até ao 12.º ano e alguns cursos práticos, isto para o geral das pessoas. 
Passaram a existir livros de entretenimento (além dos desenhos animados na televisão); existiam a Anita, o Tintim e por aí fora… caros, só acessíveis a alguns; tínhamos que nos concentrar nos livros de estudo; esses eram importantes, segundo a opinião dos nossos pais.

PRESENTE DOS LIVROS
Hoje em dia, os livros escolares são bastante mais abrangentes em relação aos temas e mais confusos, devido a demasiadas imagens ou desenhos numa mesma página, levando, creio eu, à dispersão da criança, perante tanta barafunda, embora instrutivos e divertidos, mas confusos, pouco objetivos e com muita falta de organização.
Os livros de entretenimento ou literatura infantil são adquiridos porque estão na moda, e não pelo conteúdo ou pela qualidade do livro, ou pela aprendizagem, que, ao contrário do que os pais possam imaginar, a criança também aprende a ler, a ouvir ou a ver uma história infantil; os desenhos num livro pode levar ao desenvolvimento da imaginação e criatividade da criança, o que também é positivo. Já, livros com monstros, bonecos horrendos, lutas entre crianças, gritos, enfim, poderão levar a situações mais sérias e menos interessantes; resumo tudo o que um livro infantil não deve conter, a meu ver.

FUTURO DOS LIVROS
Sensatez, inteligência são desejos meus para o futuro dos livros escolares ou de entretenimento: é urgente que se mude o pensamento e a atitude dos pais, dos meios de comunicação social e do mundo, relativamente a este assunto. 
Gostava que o futuro dos livros escolares fosse mais objetivo e menos disperso, instrutivo, sempre, claro, é essencial.
Relativamente aos livros de entretenimento, que se usasse e abusasse de assuntos sobre a amizade, o "amor", a alegria, o humor, as brincadeiras, a tolerância, o respeito pelos outros, a cor; com bons desenhos, que deveremos fazer o melhor possível; com os melhores sentimentos, alguma informação; só assim conseguiremos um mundo melhor.
Tudo começa na infância; é base para um bom adulto ser uma criança feliz; felicidade e alegria que podem ser transmitidas a partir dos livros.
Pessoalmente, e perante aquilo que vejo nas crianças e adolescentes de hoje em dia, receio pelo futuro das pessoas no mundo. 
O bullying é apenas uma das situações, além do racismo, da intolerância e da violência na infância e adolescência.

Temos que dar exemplos e pode e deve ser através dos livros que escrevemos. Temos que pensar que os pais hoje em dia andam muito ocupados: trabalho, casa, família e por aí fora. Temos que tentar ajudá-los nesta tarefa; eles não conseguem fazer tudo sozinhos.

26/10/2025
Laura Somerset
















IMITAÇÕES OU COINCIDÊNCIAS


 IMITAÇÕES OU COINCIDÊNCIAS

Quando escrevi a minha primeira história "Boneca", em 2016, que, passado algum tempo, refiz e levou à criação de uma nova versão com mais personagens e mais páginas. 

Na mesma altura, um determinado hipermercado onde ía por vezes ás compras, também tinha publicado uma história muito semelhante á minha, mas não liguei, pensei "não és a dona dos bosques, os outros escritores podem ter ideias semelhantes", que era o caso era apenas uma história que se passava no bosque, não fosse o caso, que quando refiz a minha primeira história, criei novas personagens, e na altura o mesmo hipermercado também publicou novo capítula da sua primeira história e com mais personagens, algumas iguais ás minhas, fiquei de pé atrás, com a semelhança, pensei "isto já não é uma coincidência, ou talvez seja.."... Durante algum tempo, aceitei que poderia ser uma coincidência e não liguei.

Em 2020, andava entretida a desenhar frutas na aplicação do Paint, com o objetivo de publicar um livro sobre frutas "As Frutas" (livro publicado) numa ida ás compras no mesmo hipermercado deparo-me com um livro sobre Frutas, acabei por adquirir e ler, não tem muitas semelhanças, apenas o tema frutas é igual, excepto as últimas páginas, onde existe um puzzle com desenhos, muito semelhantes a personagens de uma outra história (ainda não editada) e alusão a uma história que ainda não publiquei, aí comecei a ficar desconfiada, que alguma coisa estava mal.

"Isto são coincidências a mais", pensei.

Resolvi perguntar diretamente á empresa dona do hipermercado quem era o autor do livro, primeiro enviei um e-mail para os escritórios, a resposta foi simples: o hipermercado; achei estranho e  telefonei diretamente para a Editora Luminarte ou qualquer coisa do género e responderam-me o mesmo, ao que disse "todos os livros tem um escritor, as empresas não escrevem livros apenas as pessoas, porque não me diz, quem o escreveu", a empregada disse: "que não sabia, apenas dava as informações que tinha". Continuei a achar estranho alguém escrever um livro e não se identificar; não bate certo.
Foi com enorme orgulho que adicionei o meu nome, ainda que um pseudónimo, ao meu primeiro livro, apesar de ser uma história muito simples, quanto mais alguém que escreve um livro e que é publicado por uma empresa daquele tamanho, aquela projeção a nível nacional, e não dá a cara, ainda hoje me questiono "porque se esconde por trás de uma empresa, sei que as obras que foram publicadas não são plágio apenas imitação, mas porque não assume a sua identidade". Vejo por aí pessoas que assinam os livros com o seu próprio nome e, por vezes, não é pequeno. Este não se identifica, o que significa que tem algo a esconder.


Depois disso, tenho evitado escrever e mesmo desenhar, porque felizmente não acredito em coincidências; acho que ando a ser preseguida.
E, de tal modo, acreditei nisso que dediquei-me a transcrever receitas de cozinha durante algum tempo (não são originais).

E, para meu espanto, em 2024, numa ida às compras ao dito hipermercado, verifiquei que existia uma revista de receitas à venda junto à caixa de pagamento, no hipermercado, e, com tal descaramento, imitam-me ideias, publicam e até me convidam "não quer comprar".

26/10/2025
Laura Somerset